Caros – o link abaixo nos leva a uma notícia fresca, do The New York Times, e nos informa que o mega Citigroup estaria considerando se dividir em dois (ou mais).

Em outras palavras, seria a negação da grande fusão que levou Traveller’s e Citibank a se fundirem, criando o titânico Citigroup. O novo grupo financeiro fundia, pela primeira vez, uma financeira, uma seguradora, um banco comercial e um banco de investimento. Todos enormes, líderes em seus segmentos, autênticas marcas vencedoras.

Pois este império, que já recebeu ajuda pública do FED/Tesouro ao redor de USD 50 bilhões para não quebrar, continuar conjecturando como sobreviver.

Aqui no Brasil o Citi sempre foi um banco muito importante no mercado de empréstimos corporativos. E desde que a crise surgiu, o banco vem tentando manter sua posição de instituição financeira relevante. Seu presidente local, o uruguaio Gustavo Marin, já disse ‘n’ vezes que o banco está sólido e que o Brasil é prioridade para a matriz.

Não há dúvida alguma – nunca as tive – que o banco é lucrativo no país. O problema é se “blindar” das más notícias que vêm de fora.

E o crédito? – se eu tivesse um empréstimo com o Citi vencendo no futuro próximo, eu já estaria procurando outro banco para refinanciar minha dívida. Não que eu duvide da integridade ou dedicação do pessoal do Citi, mas é que tais notícias mostram um banco muito instável e, de um jeito ou de outro, esta instabilidade atinge até uma operação vencedora com a brasileira.

http://www.nytimes.com/2009/01/14/business/14citi.html?_r=1&ref=business

Abraços, F.

PS: para quem acha que a crise financeira acabou, hum…, tudo indica que não.