O Editor

Fernando Blanco é um executivo do setor financeiro e securitário, que atualmente ocupa as seguintes posições: CEO Coface do Brasil Seguradora de Crédito Interno, CEO da SBCE (Seguradora Brasileira de Crédito de Exportação) e Diretor Estatutário do Banco Natixis (em fase pré-operacional). A Coface, da qual também ocupa a posição de Country Manager (“Gerente Delegado para o Brasil”) é grupo segurador francês, líder deste segmento tanto no Brasil como no mercado internacional.

Anteriormente, ocupou posições de diretoria em bancos internacionais, como ABN AMRO/Real e ING, nas seguintes áreas: Crédito, Risk Management, Corporate Banking e Middle Market.

Também trabalhou em empresas do setor industrial e de serviços, como o brasileiro Grupo Ultra e a norueguesa Stolt-Nielsen, tendo a oportunidade de conhecer o “outro lado do balcão”.

Em seus 25 anos de carreira, Fernando Blanco visitou e se reuniu com alguns milhares de clientes corporativos, de todos os portes, setores e regiões do país. Viveu intensamente, portanto, o processo de decisão de crédito em instituições financeiras, conhecendo em detalhe a dinâmica deste processo e as lógicas que sustentam as decisões. E por conta da vivência em gestão de riscos (de crédito e de tesouraria), tornou-se especialista em crises econômicas, se não por outro motivo, porque tinha que reportar os efeitos destas crises no resultado do bancos, para as suas matrizes na Europa.

F.Blanco também é Voluntário Mentor do Instituto Empreender Endeavor, tendo como meta apoiar empreendedores que enfrentem problemas com o seu passivo bancário.

A Visão

Nosso país tem um nível de bancarização baixo e um mercado empresarial pouco alavancado, o que freia o desenvolvimento econômico. Por outro lado, tanto o nível de educação financeira da população como o padrão de transparência do empresário médio são baixos. Isto afasta financiadores e financiados.

Este quadro se traduz em uma oferta de linhas de crédito abaixo da demandada, o que encarece o custo de captação do cliente do banco.

A Missão

Este blog se propõe a disseminar notícias, informações, conhecimento e tendências do mercado de crédito. O foco é criar as condições para que financiadores e financiados se aproximem, gerando mais negócios e menos frustração para ambas as partes. E como vivemos tempos de Crise de Crédito, este blog visa contribuir para o entendimento da mesma, e sempre que possível irá propor alternativas para o tomador de crédito.

60 Respostas to “Blog e Editor”

  1. Cássia Says:

    Fernando,

    Excelente, blog!Belissima e brilhante inspiração!
    Gostei de ver a atenção dada ao tema e ao meu site Saberei retribuir a gentileza de ambos!

    Abraços,

    Cássia

  2. Renato Says:

    Caro Fernando

    O(s) Fim(ns) da História está a sua disposição para a discussão desta crise. Desde já adianto minha posição ideológica sobre o assunto:

    1) Não faço coro à retórica do governo atual – coisa do tipo “O liberalismo morreu”, em primeiro lugar, porque não morreu; em segundo lugar, porque o Lula, por mais tentado que esteja a ser um novo Vargas (sem ditadura), não creio que ele faça, daqui para diante, uma intervenção muito radical no mercado, como estatizações ou re-estatizações de empresas privatizadas, etc. Até porque não vejo como isto pode acontecer.

    2) Creio na possibilidade de um capitalismo regulado, com o Estado coibindo excessos como os vistos nessa crise atual.

    3) No fim das contas, meu blog é o de alguém de posições de centro-esquerda muito moderada, que está preocupado, hoje, em fazer a máquina do estado funcionar decentemente, principalmente na área da cultura e na produção de políticas culturais.

    4) Como historiador, e principalmente historiador especializado em história contemporânea e história do presente, essa crise, assim como toda e qualquer mudança significativa no sistema capitalista (que tomo em sua acepção marxiana (mas não marxista)): não o vejo só uma lógica econômica mas como uma lógica histórica de produção da vida social. Minha área é análise da cultura, portanto, a lógica geral que rege a vida de bilhões de pessoas no mundo atual, e que estabelece as condições para o desenvolvimento das culturas nacionais me interessa muitíssimo.

    Como não sou economista, nem expert em mercados, sua contribuição é muito mais do que bem vinda!

  3. Renato Says:

    CORRIGINDO

    4) Como historiador, e principalmente historiador especializado em história contemporânea e história do presente, essa crise, assim como toda e qualquer mudança significativa no sistema capitalista (que tomo em sua acepção marxiana (mas não marxista)) ME INTERESSA MUITO, POIS não vejo o capitalismo só uma lógica econômica mas como uma lógica histórica de produção da vida social. Minha área é análise da cultura, portanto, a lógica geral que rege a vida de bilhões de pessoas no mundo atual, e que estabelece as condições para o desenvolvimento das culturas nacionais me interessa muitíssimo.

    Como não sou economista, nem expert em mercados, sua contribuição é muito mais do que bem vinda!

    SO SORRY, ESTOU MORTO DE CANSAÇO ENQUANTO ESCREVO ISSO. FALOU!

  4. HR Mercantil Says:

    Olá Fernando,

    Temos uma revista voltada exclusivamente ao Crédito Consignado. Ricardo Gelbaum foi cada da última edição e gostaria de lhe enviar.

    http://www.blogdoconsignado.com.br/2008/08/receba-revista-hr-consignado.html

    Voc~e poderia me enviar seu endereço por e-mail?

    gabriel.grupohr@gmail.com

    Abraços,

    Gabriel
    HR Mercantil/Revista HR Consignado

  5. Thiago Says:

    Comecei a me interesser por assuntos ligados à área econômica por agora com a super citada crise na mídia.

    Fui garimpando, garimpando e confesso estar muito satisfeito por ter achado este blog. Infelizmente temos visto muito desvirtuamento e segundas intenções do mainstream dos meios de comunicação que tentam de maneira sutil (des)informar os mais desatentos.

    Não sou a favor de governo ou partido nenhum e por isso mesmo que estou muito agraciado com seus comentários que primam por isenção, mesmo que em determinados momentos seja difícil.

    Obrigado e continue com os belos comentários.

  6. Álvaro Stefani Says:

    Caro Fernando Blanco,

    A sua pessos foi muito feliz na exposição ontem, 09.10.2008, no evento iniciativa do NJE da FIESP/CIESP.

    Um diagnóstico feliz e acertado de um bom médico. A orientação precisa de um bom advogado. A palavra enobrecedora de um místico. A sua palestra de ontem expondo o assunto crédito na justa medida. São todas oportunidades preciosas de vida.

    Que bom termos em nosso meio um profissional como Você!

    Álvaro Stefani
    aasstefani@bol.com.br

  7. Fernando Says:

    Está de parabéns xará!! Seu blog é ótimo!!

    Abs


  8. Olá, Fernando
    Seu blog me apareceu muito mais interessante que aquele monte de blog procurando parceria no fórum
    você estaria a fim de fazer parceria com o blog sonbretecnologia.wordpress.com?
    Obrigado, aguardo respostas

  9. C. JOSÉ Says:

    Caro Fernando , bom dia ,

    Quero antes de mais nada parabeniza-lo pelo brilhante blog que tem nos ajudado a fazer as melhores escolhas neste momento difícil.
    No ano o gerente de conta do nosso banco fez uma pressão enorme para que eu e minha esposa aplicassemos em fundo de ações, ela ficou tentada e eu botei o pé na parede e resistir com custos é claro… em casa !!!!
    Com esta queda teria sido um prejuizo de 500 mil . Diariamente mando ela ler seu blog… risos !!!! Felizmente naquela época consegui manter tudo em renda fixa e imóveis.

  10. José H. Campos de Abreu Says:

    COM INADIMPLÊNCIA DE 100% QUEM VAI PAGAR A CONTA?
    Para evitar drásticos efeitos sobre o Brasil, a equipe econômica e o Banco Central, vêm elaborando planos de ação com injeções pesadas de recursos públicos, a fim de dar fôlego às grandes e poderosas instituições dos mais diversos segmentos do mercado, seriamente ameaçados pela “marolinha” causada pelo tsunami mundial.
    A preocupação maior no momento é corrigir os desequilíbrios internos do sistema econômico, financeiro, produtivo, com o propósito de que lá na ponta final, sejam mantidas vivas as galinhas dos ovos de ouro, no caso, nós, cidadãos honestos, trabalhadores, pagadores de impostos, atraídos, assediados, estimulados, induzidos e espoliados pelo crédito fácil, de taxas de juros de até 200% ao ano nas operações mais simples e até 537% no crédito rotativo do cheque especial e cartões de crédito, responsáveis pelos lucros astronômicos dos nossos bancos.
    Em termos de alavancagem através dessa farra creditícia nos mais diversos setores e a enxurrada de papel espalhada por todo sistema bancário brasileiro, existe alguma diferença do modelo americano que concentrou mais no mercado imobiliário? Sinceramente, guardadas as devidas proporções, não vejo nenhuma.
    Tivéssemos a oposição de anos atrás, certamente a classe trabalhadora já estaria mobilizada com lideres sindicais pregando o calote geral, o não pagamento das extorsivas prestações e até movendo ações de danos morais contra governantes e banqueiros inescrupulosos, pela forma que foram atraídos, assediados, estimulados e induzidos a comprometer renda futura de até 72 meses para adquirir bens de vida útil limitada.
    As grandes empresas que perderam bilhões com especulação na ponta contrária do dólar, que espernearam, ameaçaram tomar providenciais judiciais contra governo e agentes financeiros, de alguma forma já estão sendo compensadas.
    As vísceras dos intermediários financeiros estão escancaradas e o mundo tem consciência de que as dívidas astronômicas imputadas a todos consumidores são fictícias, irreais e alavancadas através de cálculos e projeções mirabolantes com o intuito de favorecer e locupletar governos, banqueiros, políticos e grandes empresários.
    Quem já pagou um terço das prestações contratadas, rolou os saldos dos cheques especiais e pagou o mínimo exigido pelos cartões de crédito por cinco vezes, sabe que já quitou a divida muito além do que deveria, considerando uma taxa de juros compatível com a realidade.
    Governos de todo mundo estão gastando rios de dinheiro para enquadrar suas economias a um novo modelo econômico financeiro de bases sólidas, confiáveis, reais, praticando por enquanto taxas próximas de zero, isto até que se chegue ao fundo do poço, pois a única certeza que se tem até agora é de que “o buraco continua cada vez mais embaixo”.
    Na contramão da história e a fim de garantir o “natal excepcional” que todos merecemos, nossas equipes econômicas acabam de tomar medidas expansivas do crédito, mantendo as mesmas perversas condições, alimentando e empurrando com a barriga, este monstro que certamente deverá explodir, ou parir, no segundo trimestre do próximo ano.
    Por que ninguém falou até agora ou apresentou uma proposta para aliviar a parte mais fraca, nós, o povão, as galinhas dos ovos de ouro, cidadãos honestos, trabalhadores e pagadores de impostos, como o novo Presidente do Estados Unidos acaba de anunciar para o seu povo?
    Com todos parâmetros furados, o mundo inteiro reconhecendo que estava tudo errado e que é vital um novo reordenamento mundial, por que não renegociar os contratos das pessoas físicas em bases atuais, ou até que tudo se acalme, anistiar algumas prestações dos endividados, ficando o governo com parte da conta (nós de novo), deixando o saldo para os banqueiros, principais responsáveis por tudo isto? E mais, porque não premiar com descontos significativos aqueles que ainda estão conseguindo pagar suas prestações e cartões de crédito em dia?
    Medo de que os poderosos banqueiros de coração duro mas que amolecem e pedem arrego jogando a bomba no colo do governo quando o fogo lhes atinge o rabo, possam causar um problema social sem precedentes com demissões em massa?
    Será que as galinhas dos ovos de ouro sendo obrigadas a elevar a inadimplência para 100%, não causariam um problema pior?
    Ou estas pobres galinhas são fáceis de serem abatidas e não merecem respeito e credibilidade?
    José Abreu – Administrador de Empresas vitima do Sistema Financeiro Nacional.
    E-mail; jhcabreu@hotmail.com Tel (71) 8148-2158

  11. Diego Says:

    dos Blogs de economia este foi o melhor site que eu encontrei tirando algumas consideraçoes que vc poderia fazer a respeito da parte podre dos bancos ne?? mais ninguem é perfeito. Parabens

  12. Edu Lopes Says:

    Excelente blog, não é a toa que tem um link no site da Endeavour pra cá…

    Espero aprender muito aqui…

    abraço

  13. William Says:

    Muito bom, simplifica e desenrola este mundo complexo pra quem é leigo no assunto.

    Parabéns pela iniciativa…

  14. Bruno Rosa Says:

    Ola, fernando, sou jornalista e trabalho no jornal O GLOBO. Estou fazendo uma matéria sobre inadimplência. O senhor poderia me dar uma ajuda?
    Por favor, me mande um email.
    bruno.rosa@oglobo.com.br

  15. Pablo Ossipoff Says:

    Nossa Caixa S.A. Protestos Indevidos ou Lavagem de Dinheiro ?

    Gostaria de contar meu enorme prejuizo que tive com a Nossa Caixa, tal vez possam me ajudar, meu nome é Pablo Ossipoff sou produtor cultural, moro em São Paulo há 27 anos, deixei a Argentina para trabalhar no Brasil. Fiz minha vida aqui, tenho duas filhas brasileiras e adoro este pais.

    Por Arte de mágica, meu nome (pessoa física) e CPF, foram protestados, junto ao SERASA – Centralização de Serviços dos Bancos S.A. – por 135 vezes consecutivas como inadimplente em empréstimos efetuados desde fevereiro de 1994 até março de 1999 em 17 diferentes agências do interior de São Paulo do Banco Nossa Caixa S.A., em agencias que eu nunca pisei, como Espirito Santo do Pinhal, Araraquara, Mogi Mirim entre outras tantas, com valores totais superiores a R$ 1.700.000,00.

    Procurei o Gerente da Nossa Caixa na época para resolver esta situação, mas não teve solução e foi quando decidi processar judicialmente a instituição, por Reparação de Danos Morais, milagrosamente os protestos começaram a desaparecer e o gerente do Banco foi mandado embora, mais já era tarde, minha vida desmoronou.

    O Banco contra notificou meses após, alegando não encontrar procedimentos que pudessem ser considerados “Inidôneos” . No julgamento na primeira instancia da ação contra o Banco Nossa Caixa, um juiz apareceu para substituir o Juiz titular e a sentença – já era de se esperar – não foi baseada em nenhuma das provas documentais apresentadas, mas na alegação do Banco, que não tem provas suficientes para demostrar o desvio de dinheiro.Sem exageros porque apesar de a lei ser clara, foi necessária uma ação judicial para obrigar ao SERASA a comunicar por escrito que meu nome estava no cadastro de inadimplentes. Sobre as inúmeras movimentações em meu nome, ouvi do banco a palavra “sujeirinha” como explicação e nada mais. Minha situação esta muito abalada, depois de praticamente 9 anos de desgaste judicial e psicológico estou aguardando a sentencia da segunda instancia do processo.

    Cordialmente

    Pablo Ossipoff – CPF 046.072.708-73

    Tel (11) 9692-8202

  16. Pablo Ossipoff Says:

    RÉPLICA -Resposta da Minha Advogada

    Dra. Célia Maria Delgado Rodrigues – OAB/SP: 205.355

    Após a leitura dos esclarecimentos dados pela Assessoria de Imprensa do Banco Nossa Caixa, no dia 04 de junho de 2008, deseja elucidar que: A ação judicial movida por ele em face do Banco Nossa Caixa, visou não só o ressarcimento por danos sofridos, mas também que seu nome figurou entre os anos de 1995 a 2000 no SERASA, por mais de cem e trinta e cinco vezes, voltasse a figurar como bom pagador.

    Tal intuito foi àquela época cumprido, já que nunca foi devedor da importância, conforme as afirmações do Banco Nossa Caixa, em decorrência de pretensos empréstimos feitos em seu nome e não pagos à época.

    Quanto ao ressarcimento pelos danos sofridos, fato evidente e fartamente contemplado pela moderna jurisprudência quando da inclusão indevida de nome junto ao SERASA, seu caso continua sendo analisado pelo Poder Judiciário, e até o momento nada há que se falar em improcedência da ação posto que em nosso país, a análise final e da qual se poderá dizer que houve improcedência é aquela dada pelos Tribunais Superiores, fato que até o momento não ocorreu.
    Deve ficar claro que a confiança que é depositada em nosso sistema judiciário não ficou abalada quando da sentença prolatada em primeiro grau, visto que naqueles anos a nossa doutrina e jurisprudência ainda não tinham firmado entendimento majoritário quando da inclusão indevida do nome no SERASA e muito menos qualificado e quantificado a questão de indenização de danos morais sofridos pelas vítimas.

    É ainda na intenção de esclarecer e elucidar que Pablo, afirma que nunca teve contas bancárias nas cidades citadas pela Assessoria de Imprensa do Banco Nossa Caixa, tais como Araraquara, Catanduva e Espírito Santo do Pinhal, etc., acreditando que, ou houve algum engano na informação passada por aquele banco, ou que funcionários daquela Instituição tenham usado dolosamente seu nome e dados pessoais para abrirem contas fantasmas em cidades do interior de São Paulo, o que explicaria então a inclusão indevida de seu nome por tantas vezes nas instituições de serviço de proteção ao crédito.

    Pablo ainda acredita no bom nome do Banco Nossa Caixa, e tem para si que se houve realmente abertura indevida de contas bancárias em seu nome, aquela Instituição bancária deva tomar as providências devidas ao caso em concreto sob o risco de ter de se ver processar criminalmente pelo delito de estelionato (artigo 171 do Código Penal Pátrio).

    A afirmação de que Pablo possa ter tido contas fantasmas em seu nome o assusta, haja vista que a mídia por diversas vezes já noticiou a descoberta de crimes cometidos pelos famosos colarinhos brancos que utilizam o nome de “laranjas” para tirar vantagem financeira. E, principalmente porque não é de seu conhecimento ter sido esses mesmos “laranjas” ressarcidos em seus prejuízos morais e patrimoniais.

    Dra. Célia Maria Delgado Rodrigues
    OAB/SP: 205.355 celular: (11) 7320-4281.

  17. Pablo Ossipoff Says:

    Banco Central do Brasil
    Confirmação de recebimento de mensagem

    Sua demanda foi registrada com sucesso em 27/12/2008, às 15:31:28, com o número 2008323588.

    Mensagem:

    Resposta da Ouvidouria do Banco Nossa Caixa S.A.

    Prezado Senhor Pablo, Em atenção à sua reclamação registrada nesta Ouvidoria, constatamos que após pesquisas não constam restrições em seu nome de responsabilidade do Banco Nossa Caixa. Não temos condições de prestar maiores esclarecimentos sobre o fato, uma vez que está sendo tratado junto às esferas judiciais. Adicionalmente informamos que lamentamos imensamente os dissabores enfrentados pelo senhor em decorrência deste. Atenciosamente, OUVIDORIA Banco Nossa Caixa S.A. Fone: 0800-7706884

    Minha Reclamação > Obrigado pelo seu e-mail, fico muito triste em saber sua resposta a minha reclamação logicamente se referem ao prejuiço de ter sido alvo destas inscrições indevidas e não assumidas pelo Banco Nossa Caixa, a justiça brasileira é muito lenta em resolver, logicamente que eu nunca teve o ressarcimento pelos danos sofridos, como também que meu nome figurou entre os anos de 1995 a 2000 no SERASA, por mais de cem e trinta e cinco vezes. Tal intuito foi àquela época cumprido, já que nunca fui devedor das importâncias, conforme as afirmações do Banco Nossa Caixa, em decorrência de pretensos empréstimos feitos em meu nome e não pagos na época. Quanto ao ressarcimento pelos danos sofridos, fato evidente e fartamente contemplado pela moderna jurisprudência quando da inclusão indevida de nome junto ao SERASA, meu caso continua sendo analisado pelo Poder Judiciário por nove anos, e até o momento nada há que se falar em improcedência da ação posto que em nosso país, a análise final e da qual se poderá dizer que houve improcedência é aquela dada pelos Tribunais Superiores, fato que até o momento não ocorreu. Deve ficar claro que a confiança que é depositada em nosso sistema judiciário não ficou abalada quando da sentença prolatada em primeiro grau, visto que naqueles anos a nossa doutrina e jurisprudência ainda não tinham firmado entendimento majoritário quando da inclusão indevida do nome no SERASA e muito menos qualificado e quantificado a questão de indenização de danos morais sofridos pelas vítimas. É ainda na intenção de esclarecer e elucidar que eu, afirmo que nunca teve contas bancárias nas cidades citadas pela Assessoria de Imprensa do Banco Nossa Caixa, tais como Araraquara, Catanduva e Espírito Santo do Pinhal, etc., acreditando que, ou houve algum engano na informação passada por aquele banco, ou que funcionários daquela Instituição tenham usado dolosamente meu nome e dados pessoais para abrirem contas fantasmas em cidades do interior de São Paulo, o que explicaria então a inclusão indevida de meu nome por tantas vezes nas instituições de serviço de proteção ao crédito. Ainda acredito no bom nome do Banco Nossa Caixa, e tem para si que se houve realmente abertura indevida de contas bancárias em meu nome, aquela Instituição bancária deva tomar as providências devidas ao caso em concreto sob o risco de ter de se ver processar criminalmente pelo delito de estelionato (artigo 171 do Código Penal Pátrio).

  18. emerson Says:

    fernando, parabens pelo seu blog se tornou leitura obrigatoria.Se possivel me responda pq as citi cairam apos o gov US estatizar 35% das ações.aqui a bnca(nossa caixa) subiu de abril-08 fev -09 220%.
    novamente parabens pelo blog.
    abraço.


  19. Obrigado pelas palavras, Emerson.
    Pretendo escrever um post “Comentando os Comentários”, pois você, assim como o fiel Álvaro Stefani, entre tantos outros amigos, têm feito ótimos comentários, perguntas, etc.
    Aguardem! Abs, F.

  20. Pablo Ossipoff Says:

    Lucro da Nossa Caixa dobra em 2008

    Instituição financeira encerrou o exercício do último ano com um lucro líquido de R$ 646,5 milhões, valor 113% maior do que obtido em 200

    O Banco Nossa Caixa conseguiu dobrar o seu lucro no ano de 2008. Nessa última quinta-feira, 26, a instituição financeira divulgou um ganho líquido de R$ 646,5 milhões no último ano, o que representa um valor 113% maior do que o lucro registrado em 2007, quando o banco lucrou R$ 303,127 milhões.

    O crescimento teria sido impulsionado por um aumento de 47,6% na carteira de crédito, o que rendeu ao banco um saldo de R$ 12,9 bilhões em 2008. Em 2007 o valor obtido com as operações da carteira de crédito somou o montante de R$ 8,7 bilhões.

    A instituição encerrou o exercício de 2008 com um patrimônio líquido avaliado em R$ 3,2 bilhões – número 15% maior ao registrado ao final de 2007. No mês de novembro de 2008, a Nossa Caixa foi adquirida pelo Banco do Brasil em uma transação que movimentou a quantia total de R$ 5,386 bilhões.


  21. […] sugestão do meu amigo Fernando Blanco, li o paper Superstar CEOs, um excelente trabalho acadêmico sobre o impacto que […]

  22. Andréa Fontes Says:

    Sou aluna do curso de graduação em Administração com Ênfase em Seguros e Previdência, da Funenseg e realizaremos, neste mês, um trabalho sobre subscrição de risco.

    O trabalho consiste em apresentarmos um produto, explicando como é feita a análise do risco, que tipos de documentos são necessários, como é feito o acompanhamento, quais as qualificações do profissional de subscrição, dados estatísticos, enfim, uma apresentação em potencial.

    Particularmente escolhi o Seguro de Crédito, por já ter ouvido falar dele e por considerá-lo um tipo de seguro não muito comum. Ao conversar com o Professor, que também conhece pouco desse seguro, recebi um grande incentivo, pois agregaria valores a turma e a quem participasse da apresentação.

    Aguardo um retorno quanto a possibilidade de realizar este trabalho, contando com o apoio da Coface.

    Coloco-me à disposição para esclarecimentos e agradeço antecipadamente pela atenção, independentemente da resposta.

    Mui respeitosamente,
    Andréa


  23. Olá Andréa,
    Será um prazer recebê-la aqui na Coface.
    Vou enviar-lhe um email.
    Abraço, Fernando

  24. Andréa Fontes Says:

    Olá Fernando,
    Enviei-lhe um e-mail.
    Abraço, Andréa

  25. Marcos Says:

    Fernando
    Este foi o unico lugar que achei para me comunicar contigo.Sou lider de um instituto chamado Eagles Vision que tem como missão fomentar negocios e aumentar a ética no mercado através de ensinamentos cristãos e biblicos,promoveremos um evento na cidade de Barueri em 27 de Junho para 300 empresarios de pequeno e medio porte com algumas palestras e duas rodadas de negocios e gostariamos de convida-lo a palestrar sobre estratégias para captar recursos,como podemos fazer contato e falarmos a respeito,obrigado.


  26. Olá Marcos,
    Obrigado pela visita e convite.
    Nesta 2af eu entrarei em contato com você, através do seu email.
    Um abraço,
    Fernando

  27. Paulo Souza Says:

    Prezado Fernando Blanco,

    Acabei de assistir o seu video na TV Acrefi, onde, achei muito interessante o assunto Credito discutido. Estou no ultimo semestre do curso de Ciencias Economicas, na Universidade do Vale do Sinos http://www.unisionos.br, e o assunto do meu trabalho de conclusao se refere ao cadastro positivo. Em minha pesquisa estou realizando um comparativo entre o nosso modelo “embriao de cadastro positvo” , e o dos norte americano. Entretanto estou tendo algumas dificuldades em encontro modelos de analise de credito, mesmo que sejam simples, parecem que sao de seguranca nacional. Se puderes de alguma maneira colaborar nessa minha busca, serei eternamente agradecido, alem do que, pela grandeza da isntituicao na qual estou cursando, seria de grande valia para mim realizar um trabalho de importancia. Agradeco desde ja a atencacao, e parabens pelo seu blog.

    Paulo Souza.

  28. Paulo Souza Says:

    Prezado Fernando Blanco,

    Corrigindo, o site da Instuituicao aonde curso e http://www.unisinos.br


  29. Olá Paulo,
    Obrigado pela visita. No início desta semana eu te colocarei em contato com alguém que conhece bem o assunto.
    Vamos ver se ajuda. “Falaremos” por email. Abs, F.

  30. delano Says:

    Olá Fernando,

    Acabei de assistir o vídeo sobre “Como conseguir crédito para o seu negócio” no site http://www.endeavor.org.br
    Trabalho em um pequena empresa como analista de crédito, que basicamente administra cartão de compra onde não tem pagamento mínimo e entre outros produtos.
    Tenho percebido uma dificuldade por parte dos meus clientes em preencher proposta de adesão, com isso o crédito e de modo geral baixo, fator que gera insatisfação.
    Qual a sua sugestão sobre este ambiente?


  31. Olá Delano,
    Obrigado pela visita.
    Pela mensagem acima fica difícil identificar a situação. Fico na dúvida se é uma questão de crédito ou do modelo de negócio.
    Tentemos via email.
    Abraços, F.

  32. Alex Sanderson Teixeira Ferreira Says:

    Olá estive vendo sua palestra no site http://www.endeavor.org.br e surgiu a segunte dúvida:
    Gostaria de saber como é visto um cliente que está pleiteando um empréstimo para financiar um projeto de uma empresa que está apenas em iniciação, não tem balanço financeiro para apresentar ao gerento do banco e dispõe tão somente de dados dentro da projeção de viabilidade econômica do projeto


  33. Olá Alex,

    Nestes dias de crédito ulta-seletivo, as chances são próximas de zero, lamento dizer.

    Se você (e eventuais sócios e familiares) tiverem bens e nenhum problema cadastral junto ao mercado financeiro, é possível que você obtenha o crédito na “pessoa física”, talvez tendo que dar bens em garantia.

    E tem mais: se você mostrar o projeto ao banco e este achá-lo arrojado demais, podendo te levar a bancarrota se der errado, aí não emprestarão nem na pessoa física. Os bancos hoje entendem que o risco de pequenos negócios está muitíssimo elevado, pois eles (e a minha seguradora também) estão levando um calote atrás do outro.

    Para lançar um projeto novo, nestes dias bicudos, só se você tivere muito conhecimento do assunto, lançar algo inovador em um lugar que não tenha concorrência mais sólida…e sobra de caixa ou de patrimônio.

    O risco econômico está alto demais atualmente.

    Abraço + sucesso! F.

  34. Alex Sanderson Teixeira Ferreira Says:

    Fernando, então como é que fica a questão dos bancos públicos que lidam com verbas destinadas para a geração de emprego e renda. Fico ainda com essa dúvida,já que existem dois mecanismo de aval no mercado, FAMPE e FUNPROGER,que prestam serviço basicamente para o PROGER o qual é financiado com maior volume pelo Banco do Brasil.
    Ainda um projeto como esse que eu lhe falei é visto assim pelos bancos públicos que lidam com esses tipos de créditos que têm incentivos governamentais?


  35. Alex,

    O BB, a CEF, o BNDES e todos os bancos com controle estatal tem linhas para apoiar a pequena e média empresa.

    Daí a eles aprovarem todas as linhas, para todos os projetos, vai uma distância. Mais que isso, o problema é aprovar linha de crédito para um projeto que ainda está no papel. Isto não é tradição no Brasil. Para projetos assim existe outro tipo de apoio (e.g. FAPESP, como bem explicou meu outro colega de painel no Endeavor), além das incubadoras (conhece a ANPROTEC?).

    Neste link, o SINDITEXTIL mostra um resumo destas linhas do PROGER:
    http://www.sinditextilsp.org.br/PROGER.pdf

    Mas no site do BB, lá no fundo, tem a seguinte frase:

    “Operação sujeita a aprovação de crédito”

    Ainda no site do BB, tem este link que mostra o que seria necessário apresentar para obtenção de linha do PROGER:

    http://www.bb.com.br/portalbb/page100,108,2559,8,0,1,2.bb?codigoMenu=539&codigoNoticia=794&codigoRet=1845&bread=2

    Acontece que em nenhum lugar eu achei algo que sugerisse que uma empresa que ainda não exista possa conseguir tal crédito.

    Mas não custa tentar! Conforme já escrevi aqui, se eu precisasse de crédito hoje, o BB seria o primeiro banco que eu procuraria e a Caixa seria o segundo, pois existe muita pressão política para que emprestem, muito e barato.

    Boa sorte! Abs.

  36. Alex Sanderson Says:

    É isso ai Fernando, essa são as dificuldades de centenas de empreendedores que têm boas idéias e conseguem desmostrar a viabilidade técnica de seus projetos, no entanto esbarram nas garantias que os bancos requerem.

    É um contra tempo no brasil fazer empreendedorismo, já que o país não tem a cultura empreendedora,a grande parte da população não têm esse espírito.

    São poucas as instituiçãoes que faz alguma coisa para desburocratizar o acesso ao crédito.

    Sei também que por lógica têm que haver critérios objetivos e seletivos na oferta desses créditos, se não toda a população brasileira estaria nas portas do bancos pleiteando dinheiro para bancar o seu sonho!!!!!!!!(rsrsrsrsr)

  37. Alex Sanderson Teixeira Ferreira Says:

    Fernando,
    eis uma definição retirada da “CARTILHA DE FINANCIAMENTOS ÀS MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS
    EMPRESAS-BNDES”

    O que É um Projeto de Investimento?
    Um projeto de investimento é um conjunto de gastos em itens de investimento como,
    por exemplo, máquinas e equipamentos novos, obras civis novas e reformas,
    montagens, instalações, treinamento inicial das equipes de trabalho,
    aquisição/desenvolvimento de tecnologia e de programas de computadores
    desenvolvidos no Brasil. Além destes itens de investimentos, aos quais chamamos de
    fixos, um projeto também pode incluir uma parcela de capital de giro para o início
    das operações, denominado capital de giro associado.
    Os projetos de investimento podem ser de três tipos básicos: implantação, ampliação
    ou modernização.
    Quando alguém vai abrir um negócio, dizemos que está sendo feita uma
    implantação; se o negócio já existe e as vendas estão indo bem, o empresário
    procura aumentar a produção e pode fazer uma ampliação ou expansão, seja no
    próprio local onde já está instalado, ou em outro; nos casos em que são necessários
    gastos em investimentos para atualização das instalações e das máquinas e
    equipamentos, estamos falando de modernização.

    Obs.: é um pouco difícil você conseguir crédito para projetos start-up, mas aos poucos vamos descobrindo as fontes que regulamenta tais projetos.

    Obrigado pelas dicas/consultorias que você presta aqui no seu blog, alias elas são muito caras no mercado atual, são poucas pessoas como você que faz um serviço desse gabarito!!!!!!

  38. Guillermo Says:

    Boa Tarde Fernando,

    Sou aluno do curso de jornalismo da Universidade Mackenzie e estou escrevendo uma matéria sobre Cartões de Crédito. Seria possível realizarmos uma pequena entrevista?
    Aguardo a resposta no meu email
    guillermo.lagreca@gmail.com

    Obrigado!


  39. Olá Fernando,

    assisti um debate mediado por você no portal Endeavor e desde então venho acompanhando seu blog.
    Em primeiro lugar gostaria de agradecê-lo pelas dicas (no debate e no blog). Elas me fizeram mudar, drásticamente, o relacionamento da empresa da qual sou sócio com nosso banco (BB).
    Nosso gerente sempre foi muito simpático e muito direto em nos oferecer linhas de capital de giro e em dizer que linhas de projeto são muito complicadas e não valem a pena (pra eles com certeza não valem, dado a quantidade de juros que pagamos no capital de giro).
    Após assistir o debate venho trabalhando para profissionalizar nosso relacionamento com o banco (como sugerido). Convidamos o gerente para reunião na empresa (para que ele visse nosso crescimento), mostramos nossos projetos e procuramos saber mais sobre as tais linhas de projeto dadas como muito complicadas.
    Até ai tudo bem… o problema é que minha empresa trabalha com desenvolvimento de sofwtares (para celular) e os gerentes da minha agência não conseguem encontrar nenhuma linha de projeto na qual possa nos encaixar (apresentamos dois projetos, um que já está em fase de desenvolvimento e outro que já foi projetado e está parado aguardando recursos).

    Gostaria de pedir sua ajuda em dois pontos:
    1 – Você conhece alguma linha de projeto (banco público ou privado) que atenda desenvolvimento de software?

    2 – Há algo mais que possa ser feito para profissionalizar o relacionamento da minha empresa com o banco? Para fazer com que a nossa conta seja uma das 5 contas acompanhadas com carinho pelo nosso gerente?

    Obrigado,

    Lucio C. Santana

  40. MARCONI EDSON Says:

    Caro Fernando
    Que conselho daria para quem inventou algo realmente bom comercial e tecnicamente. O invento está registrado no INPE, mas não tenho dinheiro para investir, pois não é coisa pequena… creio que plos meus cálculos, deve se iniciar com 10 milhões … Achei ótimo o seu blog.


  41. Resposta para o Lucio:

    Fico honrado por você seguir à risca as minhas sugestões.

    Fiz uma pesquisa e não achei nada específico para software. A solução, ao que tudo indica – é partir para linhas a fundo perdido de instituições como FAPESP.

    Para ser Top 5, você, sua empresa, sua famílias, etc., devem movimentar um volume de recursos que seja importante para a agência e/ou para o gerente. E ele precisa saber que você mudará de banco se não for bem atendido. Agora, se a sua agência é muito grande e o gerente cuida de muitas contas maiores do que a sua…a coisa ficará difícil. Investigue isso, com jeito.

    De qualquer forma, parabéns e espero que dê resultados. E mande o feedback para o Blog, mesmo que seja para dizer “sorry, não funcionou!”.

    Abraços + sucesso! F.


  42. Resposta para o Marconi:

    Não existe forma de crédito que seja aplicável ao seu caso – salvo se você (sozinho ou com sócios) colocar uns, digamos, R$ 7 milhões de capital próprio e financiarem só os outros R$ 3 milhões.

    O BB tem o PROGER, mas o valor do seu projeto é alto demais. De qualquer forma, investigue aqui: http://www.bb.com.br/portalbb/page44,108,3221,8,0,1,2.bb?codigoMenu=128&codigoNoticia=117&codigoRet=479&bread=6

    A saída será mesmo procurar sócios capitalistas (tipo Private Equity) ou fundos governamentais (tipo FAPESP).

    Dê uma olhada no blogroll, na seção Empreendedorismo – lá eu listo vários contatos que poderão ser úteis para você.

    Muito boa sorte no seu projeto! E mantenha-nos informado.

    Abraços + sucesso, F.

  43. Ramon Says:

    Olá Fernando, tudo bem?

    Vi seu vídeo no endeavor, tenho uma empresa de factoring e gostaria de saber quando o cadastro positivo será aprovado, ainda este ano já estará funcionando de forma eficaz? Você teria algum modelo de consulta pra enviar pro meu e-mail por gentileza?

    Abraços

  44. Ramon Says:

    Agradeço desde já.


  45. Olá Ramon,

    Obrigado pela visita.

    Olha, eu sempre fui muito cético com relação ao Cadastro Positivo. Até porque temos um Negativo muito bom, que já serve para “barrar a entrada no baile” daqueles que estão (ou foram) inadimplentes. Além disso, os bancos já conhecem muito bem os seus próprios clientes, que é de onde sai a imensa maioria dos seus lucros.

    Eu sei que nem os bancos se entendem quanto ao projeto. Por que os bancões do Brasil iriam ajudar a sua factoring a garimpar os bons clientes deles? O mesmo vale para VISA, Casas Bahia, Postos BR, etc. Acho que esta turma jamais abrirá este tipo de informação estratégica.

    E acho que enquanto eles não chegarem ao consenso nada andará no Congresso. Não espere nada para este ano.

    Modelo – não existe um padrão único. Cada agente econômico desenha o que acha mais conveniente. Exemplo: qualquer empresa, mesmo as que faturam bilhões, tem algum protesto na praça (talvez por ter se recusado a pagar por um lote de canetas para o escritório que vieram com a tinta sêca). Na mesma linha, um protesto grande hoje é uma coisa, enquanto um que aconteceu 3 anos atrás é bem menos representativo.

    O pulo do gato é identificar o que é risco de falta de fluxo de caixa, e o que é apenas uma disputa comercial sem maiores consequências. O caráter do empresário, que nada tem a ver com o cadastro positivo, é tão ou mais importante: quem deu calote uma vez e continue operando tem muito mais probabilidade de te dar um calote no futuro.

    Minha recomendação é você procurar Serasa, Equifax e Crivo, para entender os pacotes que estas empresas oferecem, pois assim você poderá desenhar o seu próprio modelo. Eu sei que a Crivo está oferecendo um serviço personalizado para desenvolver o seu próprio Credit Scoring, por exemplo.

    Repito, não há receita de bolo; os bancos passam anos testando modelos, acertando e errando ao sabor das condições da economia, etc.

    Crédito é risco – e dos bons. Os spreads que bancos e factorings cobram devem cobrir este risco e ainda sobrar algum para o acionista.

    Mantenha-me informado das suas pesquisas e eu te ajudo na medida do tempo disponível e do meu próprio conhecimento.

    Abraço + sucesso, F.

  46. Ramon Says:

    Olá Fernando,

    Concordo quando o senhor diz que o Negativo serve pra barrar os que estão mas discordo que sirva pros que foram inadiplentes, pelo menos eu não tenho esse tipo de informação, acredito que os bancos troquem entre si através do sisbacen.

    Isso que um protesto não significa que a empresa seja inadiplente eu sei, até o próprio riskscoring da serasa leva em consideração isso, por exemplo, 1 protesto de valor menor de que 5 mil não é considerado Default pra empresa de qualquer tamanho mas pode aumentar o risco de inadiplência.

    Crivo eu não conheço mas eu sou usuário mas concentro tudo apenas na Serasa pra poder ter mais poder de barganha e conseguir preço melhor nas consultas.

    Já que o senhor falou em spread, gostaria de saber se tem algum indicação de captação pra factoring pois estou achando minha taxa de captação alta mas também não vejo muitas alternativas no mercado (espero estar equivocado).

    Abraços + Sucesso, Ramon.

  47. Ramon Says:

    Olá Fernando,

    Concordo quando o senhor diz que o Negativo serve pra barrar os que estão mas discordo que sirva pros que foram inadiplentes, pelo menos eu não tenho esse tipo de informação, acredito que os bancos troquem entre si através do sisbacen.

    Isso que um protesto não significa que a empresa seja inadiplente eu sei, até o próprio riskscoring da serasa leva em consideração isso, por exemplo, 1 protesto de valor menor de que 5 mil não é considerado Default pra empresa de qualquer tamanho mas pode aumentar o risco de inadiplência.

    Crivo eu não conheço mas concentro tudo apenas na Serasa pra poder ter mais poder de barganha e conseguir preço melhor nas consultas.

    Já que o senhor falou em spread, gostaria de saber se tem algum indicação de captação pra factoring pois estou achando minha taxa de captação alta mas também não vejo muitas alternativas no mercado (espero estar equivocado).

    Abraços + Sucesso, Ramon.


  48. Oi Ramon,

    Você levantou um ponto que eu não domino, mas que vale a investigação: como capturar o ex-inadimplente. Acho que não é legal (juridicamente falando) deixar o cidadão que quitou suas dívidas vencidas com o nome ‘sujo’. Acho que nem o Cadastro Positivo irá ajudar. Mas vale procurar.

    A Crivo não é um provedor de informações, como Serasa e Equifax, por exemplo. A empresas tem um software que trabalha em cima da dos dados que você já usa. Por exemplo, se você utiliza as informações da Serasa poderá ‘acoplar’ o Crivo em cima e construir um modelo de decisão bem legal. Pesquise.

    Spread de factorings: eu não acompanho, mas vale tentar a ANEFAC, que é a associação setorial. Gente boa e séria. Talvez as associações comerciais tenham alguma informação.

    Obrigado + abraços, Fernando

  49. Elisangela Rocha Says:

    Boa noite Fernando sou uma micro empresária do ramo de informática, faço manutenções em micros e vendas de acessórios, estou a 2 anos no mercado e agora preciso investir na loja para fazer outros serviços, mas estou tendo dificuldade de conseguir crédito, quais dicas vc podeia me dar para falar com meu gerente?

  50. Elisangela Rocha Says:

    Só para acrescentar a minha pergunta, minha loja é construida em cima de minha casa,ou seja, não tenho despesas com aluguel,e fiz uma reforma para aumentar o espaço para criar outros serviços, preciso investir em equipamentos de informática e aumentar a quantidade de estoque,minha loja era pequena e não tinha o conforto necessário para repassar aos meus clientes. Preciso de crédito e carencia, mas só estou conseguindo valores baixos que não valem a pena pegar e o prazo para pagamento é curto demais. Gostaria de receber suas dicas de como conseguir o crédito necessário para minha empresa. Muito Obrigada!


  51. Olá Fernando,

    escrevo para passar um primeiro feedback da nova postura da minha empresa no relacionamento com os bancos.

    Estamos colhendo bons frutos (e começamos a pouco tempo). Conseguimos a atenção e o interesse do gerente geral de nossa agência, taxas de juros um pouco mais baixas e temos algumas linhas de projeto para software em vista (Prosoft do BNDES e linhas do BDMG).

    Mais uma vez obrigado pelas dicas.

    Posto de novo quando houver novas notícias.

    Lucio Santana

  52. Marcio Says:

    Ola Fernando, tudo bem?

    Gostaria de saber se vc tem um perfil no twitter ou em alguma outra rede social.

    Obrigado,
    Marcio

  53. Claudio Says:

    Olá Fernando,

    inicialmente que parabenizalo pelo exelente blog.
    estou abrindo um escritorio de prestação de serviço de cobrança extrajudicial e recuperação de ativos,trabalho a algum tempo na informalidade com outros serviços também.
    gostaria de saber sua opnião sobre este seguimento e tambem algumas dicas.
    obrigado e novamente parabéns.

    Claudio Almeida


  54. Olá Claudio,
    Obrigado pelas palavras de incentivo.

    Você está num setor que tem um competição feroz, mas que está se profissionalizando. Acho que irão valorizar mais o serviço, i.e. não basta cobrar bem e rápido, mas deve-se informar bem e frequentemente o cliente, atuar de forma responsável (cada vez mais, práticas truculentas serão menos aceitas), ajudar o cliente com informações que o ajudem a tomar menos calote (e.g. demonstrar que certos setores ou certos de perfis de clientes são mais dificeis de cobrar pelos motivos X, Y ou Z), etc.

    Seja criativo e, sempre, foque no seu cliente. Encante-o, torne-o dependente do seu serviço! Seja melhor do que o seu concorrente.

    Abraço + muito sucesso! F.


  55. Olá Elisangela,

    Pois é, você nos trás o exemplo clássico de empresa que quer crescer, mas não encontra crédito adequado para isso.

    Empresas do seu porte nascem e desaparecem com enorme frequencia, razão pela qual os bancos realmente limitam o crédito.

    Mas não desista:
    1. Muna-se de informação/documentação sobre o seu negócio e apresente aos bancos. Mostre-se diferente, organizada, sólida, profissional. Demonstre não ser “apenas” um PF com um CNPJ.
    2. Procure relacionamento com o BB e a Caixa. Se não funcionar numa agência, procure outra…e outra.

    Abraço + muito sucesso!
    Fernando


  56. Prezado Lucio,
    Muito obrigado pelo feedback! Ele me enche de energia e convicção de que vale a pena persistir!
    Sucesso!
    Fernando

  57. Fernando Evenor de Brito Almeida Says:

    Caro Fernando,
    será redundante parabeniza-lo pelo Blog. Excelente.
    Achei muito interessante o Instituto do Crédito.
    Está no forno um Blog especifico sobre crédito Rural (Financimanto agricola e pecuário); De repente dentre do Instituto do Crédito poderiamos incluir algo sobre crédito rural. Aqui não vai nenhum interesse pecuniário sim o de informar como você bem o faz.
    abraços.
    fernando almeida.
    estou escrevendo um livro cujo tema é : porque falham os financiamentos rurais.
    após conclui-lo quero disseminá-lo na internet como uma ferramenta para que melhor utilizem o credito rural.


  58. Prezado Fernando E.,
    Parabéns pela iniciativa! Este é um tema de grande relevância no Brasil, pois o setor agropecuário é carente de crédito privado – mas também gera um bocado de problema de crédito para quem nele navega (na Coface nós sofremos um bocado com a inadimplência no setor).
    Vamos trabalhar juntos no Instituto do Crédito! Será de grande utilidade disseminar a sua visão sobre o tema. Eu entrarei em contato.
    Forte abraço,
    Fernando B.

  59. Bira Says:

    Olá Fernando!
    Estamos elaborando um evento sobre finanças empresariais em Belo Horizonte e gostaria de saber se você tem interesse em participar.
    Segue meu e-mail para contato
    bira@fiemg.com.br
    (31)3213-1601
    FIEMG – Fed. das Ind. do Estado de Minas Gerais

  60. Celio Says:

    Ola Fernando,

    Gostaria de trocar algumas idéias sobre o mercado de crédito. Hoje trabalho com um FIDC voltado para desconto de duplicatas para pequenas empresas e estou buscando melhorar a nossa área de crédito. Para isso estou procurando profissionais que possam nos ajudar de alguma forma.

    Grato,

    Celio

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s