Muito já foi dito sobre a intempestiva demissão de Antonio F. de Lima Neto, ex-presidente do Banco do Brasil. Deus me ajude, portanto, a trazer um ângulo diferente para este fato.

Para começar, não se mistura CRÉDITO com o DEPARTAMENTO DE PESSOAL. E foi isso que o Governo, que é o maior acionista do banco, fez ao demitir Lima Neto.

Agora eu pergunto: como ficará a cabeça das dezenas de milhares de funcionários não só do Banco do Brasil, mas também da Caixa Econômica Federal, da Nossa Caixa, do BNB e do BASA? Sim, porque a partir de 2af todos os gerentes, superintendentes, diretores e vice-presidentes de todos estes bancos federais tenderão a dar crédito de graça, para qualquer um. Foi esta a mensagem nada subliminar que o Presidente Lula e seus Ministros passaram para estes funcionários e para a sociedade como um todo.

“Não emprestou bastante? Cobrou caro? Vai pra rua!”

No entanto, salvo melhor juízo, a carteira de crédito do Banco do Brasil era a que mais crescia no Brasil, depois da crise, e os juros cobrados pelo banco, na média, eram mais baixos do que seus concorrente privados.

Notem que até outro dia eu era concorrente direto do BB, nos meus tempos de diretor da área comercial do Banco Real/ABN AMRO. E eu digo: o BB era um banco difícil de bater! Agora, que os bancos privados estão mais conservadores do que nunca, o BB poderia cobrar o spread que quisesse, mas não, emprestou mais – aumentando o próprio risco – e ainda passou a cobrar menos (na média).

Enfim, para mim Lima Neto sofreu um “acidente de trabalho” (tão típico de executivos que, por azar, estão no lugar errado, na hora errada) ou é “baixa de guerra” (tão típicas do jogo político). Alguns exemplos:

·         Imagine que o BB emprestou “errado” (i.e volume baixo e/ou juros altos) para alguém próximo demais da cúpula do Palácio do Planalto? A informação chegou lá enviesada.

·         Podem ter também “esculpido” estatísticas comparativas que demonstraram que sob sua gestão os spreads não estavam caindo no ritmo adequado.

A lista de possibilidades é enorme. Mas é difícil acusá-lo de agir como os bancos privados.

Ah, sim, e tem a questão dos acionistas minoritários…

Se eu fosse tomador de crédito hoje, eu correria para o Banco do Brasil em busca de juros ainda mais baixos. E se fosse acionista do banco venderia as ações.

Abraços, F.

PS: e OBRIGADO aos amigos do blog que fizeram comentários tão ricos no post passado, que tratou deste tema!

Caiu Lima Neto, Presidente do  BB, porque não estaria derrubando as taxas de juros cobradas pelo banco. Mas o mercado não gostou. Leiam aqui no Valor on line um ótimo texto de Eduardo Campos.

E você,  gostou da decisão de Lula? Abraços, F.

Caros – este blog não se notabiliza por criticar governos e governantes – só as vezes, quando merecem. Mas vocês notaram certas falas do nosso mandatário esta semana? Acho que Lula não estava numa boa semana – ou será impressão minha?

1. Ao receber o Primeiro Ministro do Reino Unido, Gordon Brown, ele discursou: “É uma crise causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis, que antes da crise parecia saber tudo e agora não sabe nada”

  • Essa frase correu o mundo. Foi profundamente inapropriada por conta do preconceito nela embutido. E, pior, pelo fato dele ser anfitrião do Chefe de Estado de um país de gente de branca e olhos claros.

2. Ao lançar o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, o Presidente comentou sobre o prazo de entrega:  “Não tem limite, não tem data. Portanto, ninguém me cobre que nós vamos fazer 1 milhão de casa em dois anos”

  • Lançar um programa – de qualquer coisa – sem data para conclusão é bizarro. Não tem nem que tentar explicar.

3. Ao discursar na FEICOM (feira da construção civil), disse: “Nós, hoje, mais do que fazer uma pauta de reivindicação pedindo mais aumento, temos de contribuir para as empresas venderem mais”

  • Bem, aqui ele não falou bobagem alguma, mas foi algo tão inimaginável de sair da boca de Lula que vale menção. Até porque foi usada politicamente pela mídia e até sindicalistas ficaram na bronca.

Abraços, F.

PS 1: Gordon Brown é o Primeiro Ministro do Reino Unido e não da Inglaterra, como grande parte da mídia reportou, com imbatível ignorância. O Reino Unido é composto por Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A capital do Reino Unido fica em Londres, que coincidentemente é capital da Inglaterra. Mr. Brown é escocês (assim como o era seu antecessor, Mr. Blair).

PS 2: Lula havia dito que não conhecia banqueiros negros ou índios, ao defender seu ataque a brancos e loiros. Pois bem, um certo Stanley O’Neal era até outro dia CEO da poderosa Merril Lynch e um dos grandes líderes de Wall Street. Apesar do nome 100% irlandês, Mr. O’Neal não é propriamente um cidadão loiro ou ruivo, muito pelo contrário. Vejam aqui dúzias de fotos dele, em vários ângulos, para não deixar dúvidas.

Caros,

Eu vi e ouvi – ninguém me contou – o Presidente Lula dizer (com calma e educação) que ele irá conversar com  Barack Obama sobre a necessidade dos EUA retomarem o crédito rapidamente, “porque isto está atrapalhando as economias dos países emergentes e…”, etc.

É bom darmos mesmo um pito no Obama, pois credibilidade e legitimidade neste campo não nos faltam, não é mesmo?! Afinal, o crédito aqui está tão bom, abundante, barato…

Gente…cada uma…abs, F

<< Post pré-cooked. O blogueiro está fora de combate. >>

A Embraer voltou à baila esta semana. Depois de demitir 4.o00 funcionários (20% do empregados), o CEO da companhia, o Sr. Curado, foi “ajoelhar no milho” lá em Brasília. Para decepção de muitos, o Presidente Lula & equipe não sairam com nenhuma declaração blasfemando contra a atitude da empresa.

Pois bem, o jornalista e blogueiro J.P.Kupfer, nos brinda com um belo texto sobre  a Embraer no blog dele. E eu resolvi fazer um comentário, adicionando algumas novidades. Aí, eu achei o pacote (Kupfer + FB) tão legal, que resolvi publicar tudo aqui também.

Para quem já o leu o texto do JPK (link acima), leia abaixo os meus pitacos. Abraços, FB

Prezado J.Paulo – parabéns pelo ótimo texto, que ainda ofereceu, de lambuja, uma consultoria gratuíta para o governo…

Alguns comentários desprovidos de ranços ideológicos, mas calcados na realidade nua-crua-e-imediata que nos aflige:

1. Dado o cenário atual e futuro, a Embraer não teria como manter o seu quadro de pessoal. E não é só a questão de se reduzir o lucro, o dividendo e o valor da ação do capitalista que nela investiu (aliás, este capitalista pode ser até você, da mais radical facção de esquerda, pois o seu fundo de pensão talvez tenha ações da Embraer no portfolio). Enfim, como bem disse o Renato (aí em cima), o dirigente empresarial (da Embraer ou de qualquer empresa) tem que decidir sempre pensando na continuidade do negócio, pois o emprego dos demais funcionários também depende disso.

2. A Embraer opera num dos setores mais complicados do mundo. Por dever de ofício eu sei um pouco como funciona o mercado aeronáutico internacional, no qual a empresa se inseriu – com muita ajuda do governo, até hoje! – e não pode brincar em serviço.

3. Durante a Grande Depressão (de 1929 e além), o governo americano pagava para abrirem buracos e depois pagava para tamparem os buracos (assim diz a lenda); nesta crise de 2008 e além, o Primeiro Ministro do Reino Unido está pagando a repintura de todas as dezenas de milhares de escolhas britânicas. Precisava? Não interessa, é pra manter o inglês, o escocês, o galês e o irlandês do norte trabalhando, ocupado e longe do pub (pelo menos durante o dia!). O nosso governo deveria partir para algo do gênero. Um exemplo, na linha do J.Paulo, seria oferecer massivos incentivos fiscais para que as nossas TAM, Gol, Varig, etc., remodelassem suas frotas JÁ, com produtos Embraer, com financiameto do BNDES, etc.

Seria o “Pré-sal dos ares”. Custaria bilhões (seus e meus), mas salvaria os 4 mil empregos, manteria esse povo qualificado feliz, aqui no Brasil, as economias de S.J.dos Campos e Gavião Peixoto não entrariam em depressão, etc.

Mas o pau iria comer em Paris, nas reuniões setoriais da OCDE (ou OECD), que regulam este mercado. Mas, em tempos de “Buy American”, lancemos o “Fly Brazilian”.

Saudações,
Fernando Blanco

E para encerrar a semana o Troféu Bizarrice do Ano vai para o juiz de Campinas que proibiu tais demissões. Não que eu ache que pessoas devam ser demitidas sem bons motivos – eu nunca fiz isso, e como bom empregado que sou, também não quero isso para mim. A Embraer, porém, está cheia de razões para tal. Seguramente, se NÃO fosse uma empresa responsável e bem gerida, já teria cortado esse povo em setembro, quando este blog já deixava claro que o mundo iria desabar – como de fato desabou.

Se nossos juizes decidirem fazer as vezes de gestores de empresas, aí que o país vai pro buraco de vez…

Abs, FB

É tarde da noite e irei dormir chateado com as notícias de desemprego, aqui e no mundo todo. Se nos países desenvolvidos (socialmente falando) a turma se defende com o seguro-desemprego, por aqui ele é sofrível.

Mas o desemprego mexe com as pessoas de uma forma covarde. Digamos que o bolso “furado” é apenas a parte mais visível e óbvia, mas e a cabeça? A auto-estima? O fim (ou atraso) dos sonhos? A insegurança? A educação e bem estar dos filhos? E dos idosos?

Enfim, recordes de desemprego se acumulam e não respeitam fronteiras. No Brasil, a ‘marolinha’ evaporou 100 mil empregos (líquidos das contratações) em janeiro, segundo as notícias da noite – e estes 100 mil somam-se a 500 mil que se foram em dezembro! Recentemente, foi noticiado que o desemprego chegou até ao poderoso Vale do Silício americano, dominado por gigantes lucrativas como Google, Microsoft, entre outros.

Os pacotes de estímulo governamentais estão focados em…nada…pois estão distribuindo dinheiro (e evitando de recolhe-lo através de impostos) através de muitos canais. Acho que não funcionará.

A chave para a solução deste processo chama-se CRIAÇÃO DE EMPREGO. Tem mais valor que deduzir impostos, devolver imposto, apoio para o seguro de desemprego, etc. E por que:

  1. Enquanto o cidadão está sem emprego ele está sem CONFIANÇA. Lembram-se dos posts do final de semana?
  2. Enquanto o cidadão está sem confiança ele não CONSOME. Prefere POUPAR e PAGAR DÍVIDAS.
  3. Enquanto o cidadão está sem emprego ele não consegue CRÉDITO.
  4. Em suma, cidadão sem emprego não faz a ECONOMIA REAGIR.

Mas este post foi motivado pela notícia que a Embraer irá demitir (ou já demitiu) 4.000 funcionários (algo como 20% dos funcionários da empresa). Uma catástrofe social, em especial para as cidades ao redor de S.J.dos Campos e de Gavião Peixoto (ambas no estado de SP).

Lula – vindo de onde vem, não me surpreende que nosso Presidente tenha ficado indignado com a diretoria da Embraer. Pior que ser convocada para tomar um pito no Palácio do Planalto – como deve acontecer -, será ficar ouvindo Lula falar mal desta decisão, em todos os fóruns empresariais que ele participar. O Roger Agnelli, CEO da Vale, que o diga… lembram-se do massacre que ele sofreu por conta das demissões anunciadas em dezembro último?  No fim, as tais demissões nem foram tão grandes e até foram revertidas, até onde me lembro, mas o homem ficou marcado…pelas pancadas que levou do Homem.

Capitalismo financeiro – quando a empresa vai mal, sem expectativa de vendas, eu acho que o empresário tem obrigação de demitir parte da sua força de trabalho, até para preservar os empregos da maioria. Afinal, se a empresa quebrar, os demais perderão seus empregos também, sem falar na desorganização coletiva em sua cadeia de valor (e.g. fornecedores que quebram também, mais desemprego, etc.).

Esta argumentação cheira bem de “direita”? Aprumando mais para a esquerda, lembro:

  1. Empresas de capital fechado – que não precisam dar satisfação para a bolsa, para analistas de mercado, para fundos de private equity, etc. – tendem a ser mais humanistas na hora de demitir. De que estudo tirei essa idéia? Da minha extensa observação das justificativas para as demissões de companhias abertas.
  2. Mas atenção: fechar capital inibe captações financeiras mais baratas!
  3. Quando eu era bem mais novo, as empresas pensavam duas vezes antes de contratar e outras duas vezes antes de demitir. O que mudou? (a) o capitalismo financeiro, em que as empresas precisam provar que são eficientes o tempo todo (do contrário as ações caem e o crédito fica escasso), (b) o capitalismo acelerado, em que tudo, sempre, tem que acontecer rápido. Não se pode “não se ter uma visão clara do futuro” – o futuro é hoje.
  4. O lucro passado (do ano passado que acabou de se encerrar) não serve para mais nada, pois o nome do jogo é EXPECTATIVA DO LUCRO FUTURO. OK, o lucro passado ainda serve como refernência para a distribuição de dividendos e participação dos lucros. Talvez a tal história da bolsa antecipar o futuro tenha ido longe demais. Antes, quando as empresas tinham lucro elas acumulavam caixa também, e se seguravam antes de demitir ou partir para voos arrojados. Hoje, elas cortam hoje, já investem pesado amanhã….e se precisar demitem todo mundo de novo.

Notem que não estou defendendo uma nova era de ineficiência econômica. Mas ninguém pode incentivar um “Capitalismo ABC”, i.e. ‘acelera-breca-corta’, na velocidade como este que vivemos há um década, mais ou menos. É muita instabilidade!

Mas como reduzir esta aceleração perniciosa? Será coisa de governo? Fechar o capital nas bolsas seria uma boa alternativa? Volta ao passado, talvez…será que a minha teoria do pêndulo provar-se-á correta de novo?

Super Lupi – enquanto isso, um personagem que ganhou espaço na Esplanada dos Ministérios é o Ministro do Trabalho Carlos Lupi. O sujeito é uma fera. E possui um imã gigante para atrair microfones! Ele é muito energético e não importa o vetor da notícia (“Brasil Crescendo” ou “Recorde de Demissões”), pois o  sua incansável verve o permitirá fazer um discurso. Hoje, ele apresentou uma nov competência: a visão, a vidência, o terceiro olho, a capacidade de ver o futuro (próximo!). Veja o que diz a sua Bola de Cristal –a virada do emprego é pra março”!

Vamô sair comprando, aí gente!!

É isso. Vou dormir chateado…tá virando hábito! Abraços, FB

Amigos, este post é dedicado aos – e inspirado pelos – amigos da  Monitor Investimentos e do Armando Pinto, que havia nos enviado dois comentários bastante pertinentes.

1. Que crise é essa

# É uma Crise de Crédito, na origem e no seu desenrolar.

# A Crise se iniciou por conta de crédito mal dado, por excesso de confiança.

# A Crise se multiplicou por conta da toxidade da securitização e derivativos.

# A Crise se perpetuou por conta da falta de crédito, por desconfiança generalizada.

# Falar em crise econômica, crise financeira e outras menos cotadas é incorreto.

2. E a Crise de Confiança?

# Confiança não é algo que se discute tecnicamente, pois é emocional. Mas…

# Bancos e investidores perderam a confiança no proprio sistema.

# Empresas perderam a confiança na capacidade da economia reagir: não investem.

# As famílias perderam a confiança no emprego, então pararam de consumir.

# Bancos não emprestam por não confiarem na economia e em seus balanços

3. A visão dominante para a solução

A macroeconômia nos ensina que demanda agregada é Y = C + I + G + (X – M), onde:

  • C = Consumo das famílias, depende de confiança, crédito e renda
  • I = Investimentos da empresas, depende de confiança e crédito
  • G = Gastos e investimentos do governo, depende da política fiscal
  • (X – M) = Balança Comercial do país
  • X = Exportações, depende do câmbio, crédito e da demanda internacional
  • M = Importações, depende do câmbio, crédito e da demanda doméstica

# Como dá para notar, “C”, “I” e “X” sofrem por falta de confiança e de crédito. “M” estará comprometido por conta do dólar caro no Brasil e da recessão doméstica que está se instalando aos poucos – e graças a Deus!

# Isto posto, só o Governo (“G”)  tem força para fazer a economia ‘pegar no tranco’. É por isso que o Presidente Obama lutou muito para que seu pacote de USD 787 bilhões fosse aprovado (ele queria USD 825 bi). É por isso que, para o Presidente Lula, tudo é PAC. E até a China lançou um pacote – fajuto, segundo muitos – de mais de USD 500 bilhões em obras. Na China e no Brasil, todo e qualquer programa ou obra fica “batizado” de pacote de estímulo ao crescimento (o nosso tem nome, PAC, e até mãe, a Dona Dilma).

# O que os governantes se propõe a fazer é construir ou reformar tudo o que puderem, visando gerar empregos, para que as pessoas voltem a gastar. Só isto – e com uma forcinha de redução e devolução de impostos (estilo Bush) – é que fará as empresas voltarem a produzir. Note que, por estarmos em Economia de Depressão, baixar os juros não é suficiente para que as empresas voltem a investir ou as pessoas a consumir (pois o medo do desemprego é alto).

# Qual é a mágica? Para cobrir os imensos deficits fiscais que surgirão, os governos provavelmente cobrarão mais impostos de quem pode pagar, e desonerar quem está na pior. Tais deficits terão de ser cobertos por investimentos estrangeiros (e.g. da China, do Oriente Médio) em títulos do governo americano ou haverá impressão de moeda, com risco futuro de inflação.

O Brasil – temos um belo, e agora inútil, superavit primário, mas um mega deficit quando adicionamos os juros da dívida público. Se a recessão pegar firme no país e o governo quiser debela-la com gastos públicos, terá que reduzir os juros da dívida governamental (SELIC pra baixo ou calote parcial) ou imprimir reais. Nenhuma solução simples.

As obras do Pacote de Estímulo de Obama e do PAC de Lula visam:

  • Gerar emprego e renda para o trabalhador.
  • Recuperar a sua confiança no emprego e na capacidade de consumir.
  • Em função disto, a indústria retomará a sua confiança e investirá.
  • Em função de tudo isto, os bancos retomam a confiança na economia.

Mas…ainda falta limpar o sistema financeiro (Americano, pois o nosso está bem), para que este, além de retomar a confiança, tenha capital para voltar a emprestar. Mas isso fica para o próximo post, ok?!

Abraços e bom domingo a todos.

Fernando